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Jesus nos ensina a orar
12/05/2026
Na época de Jesus, eram muito valorizadas orações longas, cuidadosamente elaboradas, como uma encenação, com palavras rebuscadas e, muitas vezes, decoradas. Jesus criticou essas orações, apontando-as como exibição de falsa piedade (Mt 6:5-8).
Os discípulos viam Jesus orar e sabiam que a oração era parte essencial de Sua vida (veja Lc 5:16; 6:12; 9:18; 22:41; 24:30; Mc 1:35; 6:46). Ao observá-Lo, perceberam um contraste com os líderes religiosos e entenderam que havia muito mais na oração do que haviam considerado. Então, pediram: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc 11:1).
Jesus mostrou – aos Seus discípulos e a nós – que podemos orar com simplicidade, na linguagem do dia a dia. Ele ensinou que a oração deve ser sincera e brotar do coração.
Observe os elementos da oração ensinada por Jesus (Lc 11:2-4 e Mt 6:5-15):
Pai nosso, que estás nos Céus – reconhecimento do relacionamento pessoal com o Pai de todos nós.
Santificado seja o Teu nome – reverência e respeito diante da santidade de Deus.
Venha o Teu Reino – anseio pela volta de Cristo e pela habitação do Espírito Santo até que isso aconteça.
Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu – entrega e oração para que a vontade de Deus seja feita em nossa vida, confiando que Ele sabe o que é melhor, em vez de apenas pedir o que queremos.
O pão nosso de cada dia nos dá hoje – pedido pelo sustento necessário, tanto físico (alimento e água) quanto espiritual (Jesus e Sua Palavra viva).
Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores – arrependimento, busca de perdão e disposição de perdoar como Deus nos perdoa.
Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal – súplica por proteção e abrigo contra o mal neste mundo (Sl 91).
Pois Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém! – admissão de que tudo o que somos, temos e fazemos pertence a Deus. Glória e louvor somente a Ele (1Cr 29:11).